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Sabrina Thomazi: Ela é cheia de projetos

Conectar pessoas e trabalhar em equipe são os principais valores da jornalista que vê na profissão uma oportunidade de contribuir para a sociedade

Tem quem queira ser jornalista desde criança. Mas este não é o caso de Sabrina Thomazi, que escolheu a profissão no improviso, como ela mesma conta. As escolhas no vestibular da Ufrgs foram Psicologia e Pedagogia. Sem passar na primeira faculdade, começou a segunda, e, no meio do caminho, decidiria mudar de rumos. A principal influência foi uma professora de Português, que também lecionava em Jornalismo, que dizia que seu texto era muito bom e que deveria trocar de curso.

No entanto, dentro da nova escolha, o que menos fez foi escrever. Sabrina logo chamou a atenção da então docente Sandra de Deus, que a colocava para participar de todas as atividades radiofônicas da instituição de ensino. "Olhando para trás, noto que sou muito influenciável. Pelo amor de Deus", comenta, aos risos. E foram essas influências que a fizeram traçar sua trajetória vitoriosa no rádio.

Chegou a atuar em frente às câmeras. Por quase oito anos, participou de programas na extinta TVCom, do Grupo RBS, onde trabalhava na equipe da rádio Gaúcha, emissora na qual atuou por 16 anos. Com as duas experiências concomitantes, precisou optar por diminuir a carga horária em função do nascimento da primogênita, Luiza, hoje, com oito anos. "Eu só fazia tudo aquilo, com aquela intensidade, porque eu amava muito a profissão, mas se era por amor, eu amo mais a minha filha."

Comunicação natural

O nascimento da segunda filha, Maria, hoje com três anos, também mexeu com a organização de sua vida. Foi na volta da licença-maternidade que soube de sua saída da rádio Gaúcha. "Entrei para as estatísticas de mulheres que são demitidas quando são mães", avalia. Hoje, as filhas são sua prioridade, inclusive foi a partir disso que reorganizou sua atuação na comunicação. O namoro com a Band, lembra, é antigo, desde quando estagiava na RBS. E só agora, em 2017, é que oficializaram casamento, pois foi quando conseguiram conciliar suas exigências profissionais com as necessidades da empresa.

Desde dezembro do ano passado, divide a apresentação do BandNews Happy Hour com Ico Thomaz. "Foi a proposta perfeita, pois me ocupa um turno do dia, que era o que eu desejava. De manhã, quero ficar com as gurias, e, de tarde, quando elas vão ao colégio, vou trabalhar", resume. Sobre a colega, Ico diz que, "além de uma excelente profissional, é uma pessoa doce, honesta e sincera".

Embora tenha se decidido pelo Jornalismo mais tarde, e, depois ainda pelo rádio, Sabrina confessa que foi conquistada pela plataforma e que é o que realmente gosta de fazer. "É o mais natural da comunicação. É uma conversa espontânea", explica, ao mencionar que jamais imaginou essa paixão quando fez a escolha. Com 40 anos de idade, já contabiliza quase a metade da vida dedicada à profissão que ama.

Depois dos 16 anos de RBS, outras experiências vieram, todas consideradas bem importantes pela jornalista. Quando deixou o grupo, seus planos de veranear com a família foram interrompidos pelo convite insistente do então diretor-geral de Comunicação da Secretaria Estadual de Comunicação (Secom-RS), Orestes de Andrade Jr., atual Secretrário Municipal de Comunicação. Já na primeira semana de folga, ele lhe ofereceu uma proposta para trabalhar na radioweb do governo do Rio Grande do Sul. "Eu não o conhecia, mas fui conversar com ele por minha curiosidade e por consideração à sua persistência." Mesmo sem aceitar a proposta, Sabrina não saiu do radar do Palácio Piratini, que a convidou outras vezes para integrar o time. "Minha curiosidade me mata, então, resolvi experimentar", revela.

A experiência, embora breve, foi enriquecedora. O fato de ter tido liberdade para o trabalho é o que mais motivou a jornalista que, cerca de meio ano depois, foi convidada para assumir a coordenação da FM Cultura. A função foi aceita, embora gestão nunca estivesse nos seus planos profissionais. Abraçou a emissora pública do Estado em um momento crítico, quando recém havia sido aprovada a extinção da sua mantenedora, a Fundação Piratini. "Me propus a colaborar com a rádio, pois, além de ser ouvinte, achava que tinha uma missão pessoal", relata.

Foi preparada para alguns desafios e se deparou com outros tantos, informa, ao contar que existia "um mar revolto de questões administrativas, jurídicas e burocráticas". Mas, assim como ela se propõe a experimentar, também não tem medo de avaliar e reconhecer que o local onde trabalha não está contribuindo para o seu desenvolvimento, nem ela para ele.

A senhora das ideias

"De tempos em tempos, fico me coçando. Sou a senhora projetinhos." É assim que Sabrina se define enquanto profissional. Apesar de ter dedicado 16 anos à mesma empresa, garante que se sentia desafiada constantemente, por isso, permaneceu por tanto tempo na RBS. Satisfeita com o que a Comunicação tinha a lhe oferecer, resolveu investir em uma ideia pessoal, algo que já vinha estudando há algum tempo.

Junto com o irmão mais novo, o engenheiro Ricardo Jr., é proprietária do sítio familiar Horizontes, em Viamão, que herdou do pai, Ricardo Thomazi, falecido em 2016. Envolvida com a Igreja Católica há mais de duas décadas, pensou em abrir o espaço para receber retiros e eventos da instituição religiosa, da qual faz parte. Contudo, mais uma vez, esbarrou no Estado pela burocracia, e, agora, a dupla está buscando o melhor caminho para desenvolver o negócio. "É um lugar especial e que quero compartilhar. A proposta é torná-lo sustentável", pontua.

Participa e organiza os encontros da igreja como membro da equipe de acampamentos da Arquidiocese de Porto Alegre. Sua introdução neste universo foi aos 17 anos, por incentivos de amigos. "Foi, realmente, a coisa mais a 'minha cara' que eu fiz nessa vida", avalia, ao comentar da paixão compartilhada com o marido, o defensor público Rodrigo Grecco, que também é compositor e músico católico. Inclusive ele, com quem está há 23 anos e é casada desde 2004, compôs a música 'Namorando' especialmente para ela. Atualmente, a canção é bastante requisitada em celebrações cristãs.

Sem divisão

Considera-se uma pessoa íntegra e avisa que não consegue fazer a divisão entre vida pessoal e profissional. "Não sei separar. Sou a mesma atrás dos microfones e em casa." Constantemente angustiada, sente-se realizada com a trajetória, embora sempre sinta que tem algo a mais para fazer. Se tem uma coisa da qual gosta muito é de estar rodeada de pessoas, por isso, busca sempre trabalhar em equipe. E mais: quando não está na Band, o que mais gosta de fazer é estar com grupos de amigos. "Gasto meu salário basicamente em cafés, porque estou sempre em alguma cafeteria com alguém", comenta, divertida.

Também é uma apreciadora de literatura, no entanto, desejaria estar com uma dinâmica de leitura melhor do que está agora, que - assume - é a época que menos está lendo na vida. Sua preferência são as obras de ficção e, na cabeceira, está 'Canção de Ninar', da francesa Leïla Slimani. Praticamente não assiste TV, que, segundo justifica, está ocupada com as duas "nativas digitais", Luiza e Maria, que curtem Youtube e Netflix. Mas quando sobra um tempinho, aproveita para acompanhar noticiário. Também desfruta dos poucos momentos livres para fazer maxi crochê, atividade pela qual, diz, está viciada.

Na cozinha, só entra para saborear os pratos preparados pela ajudante Nice, que, brinca, é a babá das crianças, dela e de Grecco, pois não sabe e tampouco gosta de cozinhar. Se Nice não está em casa, tenta almoçar na rua, na casa da mãe, Sônia, ou na irmã mais velha, a economista Simone. "Em último caso, é arroz com ovo e restos da geladeira", admite. Não chega a ter um prato preferido e sintetiza: "Qualquer coisa com muito queijo".

Não pratica nenhuma atividade, mais porque não consegue se organizar para isso. E, se for para voltar, gosta de remo. Chegou até a retomar a prática, entretanto, não a rotina. Lembra que seu gosto pelo esporte começou ainda na faculdade, quando tinha que fazer uma cadeira de Educação Física. Andar de bicicleta também está nos seus exercícios prediletos e que ainda estão nos planos.

Da infância vivida em Porto Alegre, lembra muita coisa, mas confessa: "Minha objetividade jornalística acaba com minhas boas histórias". Isso, inclusive, atrapalha na hora de colocar as filhas para dormir, que sempre pedem por uma narrativa de ninar. Recorda, com boas risadas, que gostou muito da infância e que foi bem arteira. Das bagunças que fez, conta um episódio de quando quebrou todos os LPs da mãe, pois achava que disco voador era um disco que voava, literalmente.

É colorada de coração. Gosta, torce, assiste aos jogos, mas, hoje, é menos dedicada ao time. Antes, sabia a escalação dos jogadores, dias das partidas e local. Agora, só acompanha as movimentações mais significantes. "Tenho envolvimento afetivo. Ai de quem fale do Inter ou apareça na minha casa com uma camiseta de outra cor", alerta. 

É difícil acreditar que Sabrina Thomazi foi, um dia, uma pessoa tímida. Falante e extremamente comunicativa, a jornalista cativa com sua simpatia e alto astral. Acredita que seu legado será baseado nos valores que tem na família, nos acampamentos da igreja e no jornalismo que carrega diariamente: ética, empatia e compreensão de que todas as histórias têm um lado. "Sou muito grata a tudo o que vivenciei e às pessoas que conheci pelo caminho. Não sem desafios, nem sem problemas. Mas, ainda assim, estou no lucro."

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