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Carlos Guimarães: vício por conhecimento

Coordenador de Esportes da rádio Guaíba se informa desde a infância por meio de livros e revistas

Fã do grunge dos anos 90, o jovem Carlos Guimarães, que ouvia Nirvana, Pearl Jam, Ramones e R.E.M era aficionado por música. Como percebeu que não tinha aptidão para continuar sendo o guitarrista da banda Winston, o jeito que encontrou foi buscar na paixão pela escrita a futura profissão. Assim, em 1997 passou em Jornalismo na PUC ambicionando trabalhar com música. O então estudante bateu em diversas portas atrás de uma oportunidade de estágio, desde jornais de bairro até assessorias de imprensa, mas foi na rádio Gaúcha que foi aceito. As trilhas sonoras, porém, tiveram que ser deixadas de lado por outra área que fazia seu olho brilhar: o veículo precisava de alguém para trabalhar com esportes.

O gosto pelo futebol vem desde cedo graças ao avô materno, Lúcio, que lhe dava ensinamentos sobre a prática, além de jogar na rua e assistir com os amigos. Porém, enquanto a maioria dos meninos torcia para Grêmio ou Inter, ele ia além e acompanhava desde o Campeonato Paulista até a Copa dos Campeões da Europa - hoje, Champions League. Mais tarde, já adolescente, assinava a revista Placar e escrevia sobre as peleias - algo jornalístico, mas que fazia sem perceber.

Com quase 20 anos de carreira, após ingressar na Gaúcha como produtor, também exerceu as funções de apresentador, coordenador de jornada e plantão. Após nove anos no veículo do Grupo RBS, passou a ser coordenador de Esportes e, mais tarde, comentarista da Bandeirantes. Em 2013, retornou à primeira empresa, por 11 meses, para a qual cobriu a Copa do Mundo do Brasil. No ano seguinte, foi contratado pela Guaíba, onde permanece até hoje. O rádio, aliás, apesar de ter sido palco da trajetória do comunicador, nunca havia sido uma hipótese, pois achava que não tinha voz para o meio.

Marcas do rádio

Antes da competição mundial em 2014, a primeira vez que trabalhou em Copas do Mundo foi em 2002, quando o Brasil foi pentacampeão, mas atuando em Porto Alegre. Este foi o momento que mais marcou sua carreira, pois aprendeu sobre bastidores, controle e edição de uma emissora radiofônica - "uma escola sensacional", segundo ele. Porém, almeja viajar para atuar nesse torneio: desejo que ainda não foi realizado. Também se recorda das reportagens especiais que fez, como a série de 2006 'A Copa do Mundo contada de um jeito diferente', além da história dos centenários tanto do Grêmio, em 2003, quanto do Inter, em 2009.

Contudo, não foi somente o futebol que marcou sua trajetória. Ajudando na editoria de Geral, acompanhou o acidente aéreo da TAM em Congonhas (São Paulo), em 2007, no qual sustentou como âncora a cobertura. A morte do colega Cláudio Cabral foi outro momento marcante para Carlos Guimarães: ele não compareceu ao velório do colega para conseguir se manter firme no ar. Pelos desafios vencidos ao longo da história no rádio, deve muito a colegas que contribuíram para tal, e sobre esta gratidão cita Alexandre Praetzel, Cláudio Brito, Cláudio Cabral, José Alberto Andrade, Lucianinho (Luciano Périco), Nando Gross e Sílvio Benfica.

O radialista brinca que já pode entrar para o livro dos recordes, pois apresentou dois programas, ao vivo, ao mesmo tempo, durante uma hora. Isso porque o SubPop, seu programa musical de rock dos anos 90 na rádio Ipanema, acabou coincidindo com um jornalístico da Bandeirantes, a qual precisava trabalhar naquele dia - ambas emissoras do mesmo grupo. 

Paixão pelo conhecimento

Quando não está à frente da editoria de Esportes da Guaíba, Carlos Guimarães não deixa a busca por conhecimento de lado. Em maio, concluiu sua dissertação de mestrado em Comunicação, pela Ufrgs, que narra a história do comentário esportivo no rádio e que, em breve, virará páginas de um livro. O comunicador se apaixonou pela academia ao cursar especialização em Jornalismo Esportivo, também pela federal do Estado. Além de pretender apresentar até o final de 2018 um projeto para o Doutorado, participa de um grupo de pesquisa na universidade chamado NER - Núcleo de Estudos de Rádio. Por isso, após voltar aos estudos, tem lido muito sobre Sociologia, Rádio e Comunicação.

A relação com a literatura começou por meio do fascínio pela 'Coleção Vagalume', a qual o levou a gostar mais tarde de temáticas policiais como Agatha Christie e Raymond Chandler. As obras jornalísticas, como as de Gay Talese, e biografias também fizeram parte do repertório literário de sua vida. Além de livros, devorava revistas como Bizz e Placar, das quais era assinante.

Diante de tanta informação obtida, acredita que muito do seu vocabulário foi construído a partir dessas leituras. Como bom comunicador, Carlos Guimarães também é apaixonado pela escrita, e possui canal no Medium - plataforma de publicação de blog -, pelo qual abastece com o que pensa no momento.

Tempo para lazer

Apesar da rotina agitada, há momentos em que consegue parar, como quando senta na frente da televisão com o controle remoto do seu videogame para relaxar. O jogo que mais gosta não poderia ser outro: o Fifa -game de futebol. Não tem paciência para séries, pois precisa de muito tempo para acompanha-las. Apesar disso, conseguiu assistir 'La Casa de Papel' "a melhor pior série de todos os tempos", brincou ele que, por outro lado, adora olhar filmes, principalmente, os de super-heróis e franquias como 'Missão Impossível'. Ainda gosta de produções mais sérias e aponta 'Mãe' como a última grande obra cinematográfica que viu. Outro lugar da casa que gosta de frequentar é a cozinha, onde prepara entrecôtes e espaguetes à bolonhesa.

Fora do lar, gosta de jogar basquete, que considera o seu segundo esporte, e ainda de correr, o que acabou parando. Também adora viajar, mas não realiza mais por uma questão de tempo. O que não deixa de fazer, porém, é pegar a Free Way para ir à sua casa em Atlântida Sul, único lugar que, segundo ele, descansa a cabeça, um hábito mantido há 34 anos.

Cria da Zona Norte

Criado no bairro Cristo Redentor, na Zona Norte de Porto Alegre, o jornalista passou muito tempo naquelas ruas jogando bola, andando de skate e bicicleta. Aprender a tocar instrumentos e ir em jogos de futebol com os amigos foram outros momentos que o local o proporcionou. Ele, que estudou no Colégio Salvador, hoje Sinodal de Salvador, divertiu-se contando que a poluição e o som dos ônibus o acompanharam.

Orgulhoso, o filho da bióloga e professora Mara confessou que a mãe foi quem que lhe deu norte, principalmente, o ensinando a ter ética na vida. O mais velho da família - que possui um irmão mais novo, o também biólogo João -, convive diariamente com Zeca, seu cachorro poodle que "pensa ser gente", mas que é o amor do dono. Quem divide a atenção de Carlos Guimarães com o cão é a namorada Vivian, também jornalista que conheceu no local de trabalho.

Transparente, o comunicador não consegue esconder o que está pensando. "Hoje, para cada um, as pessoas têm um jeito, mas eu tenho a mesma cara para todos", afirma, ao reconhecer que entende os seus defeitos e não tem vergonha deles. Por isso admite que é um homem rancoroso, pois se alguém lhe faz algo ruim não consegue se esquecer. O jornalista ainda se considera normal, mas com muita sede de conhecimento. "É um vício e se trata de tudo, como pessoas, lugares, histórias, conteúdos?". Afirmando ser obcecado com isso, conta que é derivado de um sentimento de curiosidade misturado com vontade de querer saber tudo das coisas.

Desta forma, assume que precisa sempre estar em dúvida, pois a certeza o faz ficar estagnado. Fruto dessa consciência, é a convicção de não se sentir realizado. "Caso eu pensasse isso, ficaria em uma zona de conforto que não pretendo estar".  Para tal, gostaria de ver as rádios mais equilibradas no Rio Grande do Sul e com menos monopólio. Ele, que não se sente confortável com a remuneração que os profissionais recebem ao trabalhar com Jornalismo, admite ser feliz com o que tem, mas deseja mais para ele e para os outros.

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