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Os smartphones Android ficaram chatos, e isso é culpa da Apple

Corrida das fabricantes para copiar recursos do iPhone X acabou empacando a inovação no segmento em 2018.

Caso você não tenha visto, a LG apresentou um novo smartphone top de linha nesta quarta-feira, 2/5, o G7 ThinQ (foto acima), que traz todos os elementos necessários para um aparelho premium em 2018: visual bonito, tela grande, processador Snapdragon 845, Android Oreo, Inteligência Artificial (IA), recarga wireless, resistência à água (certificado IP68), e uma câmera dupla. No papel, o G7 atende a todos os pré-requisitos. E, mesmo quando você o pega com as mãos, ele parece cumprir o papel, com Gorilla Glass por todos os lados e uma armação fina e confortável.

Mesmo assim, o G7 não vai virar muitas cabeças em 2018. Em parte, por causa da relevância cada vez menor da LG como fabricante de smartphones. Mas principalmente porque os smartphones atingiram um muro em termos de inovação. A IA ainda está aguardando por um uso realmente matador, a tecnologia de telas ainda não avançou para o estágio em que podemos ter displays dobráveis, e as câmeras ficaram tão boas que não nos impressionamos mais com o modo retrato e com a grande abertura. 

Deixando de lado as pontuações DxO e a disputa de telas, não há muita coisa entre o LG G7, o Galaxy S9, o iPhone X e o Pixel 2 XL. A Apple usa displays da Samsung. O Google usa displays da LG. Todos possuem câmeras duplas. A diferença entre o Snapdragon 835, presente no Pixel, e o Snapdragon 845, encontrado no S9 e no G7, é nominal. Cada um desses aparelhos possuem seus pontos positivos e falhas, mas a escolha acaba sendo uma questão de preferência no final das contas, com pouco para desviar os usuários de uma marca para outra. 

Mas não culpe a LG, a Samsung, ou mesmo o Google por isso. Culpe a Apple.

Seguindo o líder

A pior coisa que poderia ter acontecido aos smartphones Android foi o lançamento do iPhone X. Nos meses antes da chegada do top de linha da Apple, os aparelhos Android estavam fazendo o iPhone 7 parecer realmente obsoleto, com as suas telas OLED de proporção 18:9, bordas ultrafinas, recarga wireless e uma experiência com assistente inteligente muito à frente da Siri.

Mesmo o Essential Phone trouxe o notch da câmera primeiro. Mas o iPhone X foi o primeiro celular a fazer isso da maneira certa, com um design realmente simétrico com bordas finas, uma câmera com sensor de profundidade, e navegação intuitiva.

Em vez de ampliar as coisas que separavam os aparelhos Android dos iPhones, as fabricantes resolveram responder de alguma forma. Isso deu a elas um caminho para tornar os seus smartphones novos para 2018 sem fazer algo realmente novo. A Samsung desenvolveu o AR Emoji e um melhor reconhecimento facial para acompanhar o Face ID, da Apple. A LG, a Asus (imagem abaixo) e a Huawei seguiram pelo caminho do notch. E rumores sugerem que o Google pode implementar uma navegação baseada em gestos no estilo do dedo indicador no botão Home e um notch no Pixel 3. Por que? Porque o iPhone X foi diferente e as fabricantes Android entraram em pânico. Por anos, elas dependeram das telas LCD, dos botões home e do design geral previsível da Apple, e o iPhone X jogou essa noção por terra. Mesmo ao lado do iPhone 8, o iPhone X era um aviso ao mercado de que as coisas estavam mudando, e os aparelhos Android não quiseram ficar de fora.

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iPhone X e Asus Zenfone 5

Empresas de smartphones roubando ideias uma das outras não é novidade, mas a corrida para copiar o iPhone X é algo de tirar o fôlego. Desde o modo retrato, as fabricantes não ficavam tão desesperadas para implementar recursos “eu também”. Como consequência, a maioria das imitações do iPhone X que vimos por aí são cópias baratas. O AR Emoji, do Galaxy S9, pode ser um truque divertido para uma festa, mas não se compara ao Animoji, do iPhone X. E o Intelligent Scan, da Samsung, não é nem de perto tão seguro quanto o Face ID, da Apple. Todos os aparelhos com notches ficam melhores quando estão desligados. E a navegação baseada em gestos deveria ter sido algo grande há dois anos com o Android Nougat. No iPhone X, esses recursos são novos e excitantes, e fazem sentido. Na segunda ou terceira vez que você os vê, eles são apenas qualquer coisa.   

Não mais tão inovadores

Incerteza e dúvida não são palavras novas no mundo Android. Ainda consigo lembrar do choque geral quando a Samsung abandonou a bateria removível, o armazenamento expansível, a proteção à água, e o Air View do Galaxy S6. Mas pelo menos havia um método para a loucura então. A Samsung estava em um processo para encontrar uma nova identidade dos seus aparelhos Galaxy com materiais diferentes e telas curvas, o que acabou culminando no Galaxy S8, um dos melhores smartphones já feitos pela Samsung – e por qualquer empresa, na verdade. Mobilidade: Android fica mais seguro com Oreo, mas ainda sofre com fragmentação  

Mas naquela época a Samsung estava disposta a tropeçar e falhar para conseguir chegar até o lugar desejado. Não era apenas uma questão de copiar por copiar. Você não pode me dizer que o AR Emoji fazia parte dos planos da Samsung antes da Apple ter apresentado o Animoji. E não acredito que o G7 teria um notch/segunda tela se o iPhone X não tivesse tornado isso legal (ou pelo menos aceitável). 

O tempo que a Samsung e a LG gastaram para desenvolver esses recursos sem graça “eu também”, por exemplo, poderia ter sido mais bem utilizado para trabalhar em recursos que diferenciassem os aparelhos, e não os deixassem mais parecidos com o restante. Mesmo uma companhia como a Huawei, que fabrica os seus próprios chips e está muito avançada em termos de câmeras e tecnologia de IA não voltada para assistentes, adicionou um notch ao seu aparelho P20.

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E nesta corrida para tornar todo aparelho o mais próximo possível do iPhone X, a inovação no mundo Android empacou em 2018. Você pode apontar coisas como o alto-falante Boombox, do LG G7, ou a Dual Aperture, do S9 (foto acima), como recursos únicos, mas eles são realmente inovadores? Em nossos testes, a Dual Aperture teve um pequeno efeito sobre determinadas imagens, mas não fez muita diferença no geral. E, apesar de o alto-falante do G7 soar mesmo bem, com qual frequência as pessoas realmente usam os alto-falantes externos dos seus celulares?

Futuro

Enquanto as fabricantes Android estão correndo para copiar o recurso do iPhone X que mais chama a atenção visualmente, a maioria delas está perdendo uma oportunidade de ouro de deixar o iPhone para atrás em uma área importante: Inteligência Artificial. Não é apenas o Google Assistente, que já é bastante notável no G7 e no Pixel, mas a inteligência geral do aparelho.

Você pode apontar para coisas como a Bixby Vision, da Samsung, as câmeras com IA da LG e da Huawei, e o Google Lens como maneiras pelas quais as fabricantes estão tentando injetar inteligência na câmera, mas ainda há um terreno muito fértil para inovação aqui. A Huawei está liderando os esforços com o seu chip Kirin 970, mas fotos otimizadas são apenas a ponta do iceberg. Em breve, poderemos ver um smartphone com IA verdadeira e algoritmos pessoais de aprendizado profundo (deep-learning) que aprende os seus hábitos e antecipa as suas necessidades. Mas os aparelhos Android chegarão primeiro? O Google está impulsionando coisas como Realidade Aumentada (AR) e IA, mas o Pixel não é realmente mais inteligente do que um iPhone X ou um Galaxy S9 – e ele deveria ser.

As fabricantes Android não estão tentando competir com o iPhone X em 2018. Elas estão tentando se igualar ao aparelho da Apple, o que não é necessário. Ao fazer isso, elas perderam o que tornava seus aparelhos tão bons em primeiro lugar. Um ótimo smartphone Android não precisa correr atrás das últimas tendências da Apple. Ele só precisa se destacar nas razões que fizeram as pessoas usarem o Android. E nenhuma delas inclui um notch na tela.

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