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Rádio Grenal: Futebol na essência

A emissora que surgiu para falar apenas sobre Grêmio e Inter, hoje une nomes consagrados e a juventude promissora do meio radiofônico

Por Márcia Christofoli

Futebol é arte, é paixão, é emoção. Difícil é encontrar alguém que goste apenas um pouco desse esporte. Ou não acompanha, ou ama. Rádio é tradição, é hábito, é herança familiar - e há quem diga que é "uma cachaça" (tanto para quem faz, quanto para quem ouve). Então, unir esses dois temas em uma mesma emissora, durante 24 horas, sete dias por semana, só podia resultar em uma receita interessante, para dizer o mínimo.

A rádio Grenal, veículo da Rede Pampa, nasceu há sete anos com o objetivo de noticiar de unicamente a movimentação do futebol gaúcho, especialmente no que se refere aos times com uma das maiores rivalidades do Brasil, Internacional e Grêmio. De lá pra cá, a emissora da família Gadret (Otávio, seu fundador, e hoje Alexandre, o sucessor) cresceu em estrutura, tecnologia, faturamento, equipe, reconhecimento e, como não haveria de ser diferente, em audiência.

O "fazer rádio" não muda de uma empresa para outra, seja na Capital ou no Interior do Estado. E a Grenal não foge à regra: conta com um estúdio cheio de microfones, computadores, televisões, antessala de operação de áudio, um estúdio menor em anexo, para eventuais gravações e, claro, comunicadores munidos o tempo todo de seus celulares. Para completar o cenário, unem-se profissionais de diferentes gerações - desde os nomes mais conhecidos, até jovens ávidos pelo ofício.

Mesa de bar

O que difere uma rádio da outra é o DNA, e ter o futebol em suas entranhas parece deixar os comunicadores da Grenal permanentemente excitados. Em dado momento do dia, por exemplo, são oito vozes masculinas ao mesmo tempo, comandadas por Luiz Carlos Reche, e o resultado não seria outro além de discussões acaloradas, piadas, brincadeiras entre os presentes e muita informação futebolística.

Volta e meia, mesmo com o término dos programas, o que não acaba é o assunto e nem os comentários longe dos microfones. Reunidos na porta de entrada da empresa, alguns comunicadores, que acabaram de deixar a transmissão, conversam entre si. É quando Pedro Espinosa diz sobre a rádio: "Existe um mundo de possibilidades na interação com o público. E eu busquei, aqui, estar perto dos ouvintes. Estou encontrando cada vez mais isso".

Uma das marcas da rádio, citada por muitos, é a interatividade, o que confere aos programas assunto de sobra - e também, pudera, na programação estão atrações que chegam a durar cinco horas. "Futebol é assunto de mesa de bar. Salvo quando se trata de síntese noticiosa, tem que ter pouco roteiro, deixar o tema fluir", entende a diretora artística e de produção da Rede Pampa, Marjana Vargas, admitindo evitar muitas reuniões diárias e confiar mais em conversas informais, espontâneas e em tempo real.

Essa instantaneidade pode ser conferida na quantidade de mensagens, ligações e áudios que chegam a todo instante, durante a programação. Há poucos dias, falavam sobre futebol grego e não demorou para conseguirem contato com um ouvinte que mora na Grécia e assiste aos jogos locais. Reche exalta justamente o contato com o público, quando afirma acreditar que a Grenal seja a rádio com o maior número de ouvintes por aplicativo, pois nunca tinha visto tamanha interação e tanto alcance. "Hoje, inclusive, recebemos contato do Japão, com uma naturalidade como quem estivesse me ligando de um bairro de Porto Alegre. É um negócio impressionante."

Mistura que dá certo

A antessala é, literalmente, a porta de entrada do estúdio e, por conta disso, é ali que se concentram a produção e a operação de áudio, além de convidados, ou aqueles que foram dar um alô, tomar um chimarrão, um café, ou interagir sobre o assunto futebolístico do momento. Engana-se quem pensa que mais parece "a casa da mãe Joana", é quase uma bagunça organizada. Com um mínimo sinal de quem está nos microfones, esse espaço silencia e a equipe atende às solicitações do estúdio.

É na antessala que Júlio Lemos passa boa parte do seu tempo, como produtor - ainda que divida o horário com os microfones, seja para transmissão de boletins, ou para conduzir o próprio programa dominical. O foca, formado no final do ano passado, começou na Rádio Pampa como estagiário, mas precisou de apenas 60 dias para ser descoberto pela Grenal. E se tem algo que ele exalta é a oportunidade de atuar lado a lado com aqueles que cresceu ouvindo. "Hoje, esses caras mais experientes são meus melhores amigos aqui na rádio", conta.

Não demora para aparecer, caminhando calmamente pelos corredores da empresa, um dos nomes citados por Júlio. É Kenny Braga que aparece, usando seu o tradicional chapéu, cumprimentando todos que passam. Com uma grande experiência adquirida em anos de redação de jornal e um longo convívio no programa de esportes da rival Rádio Gaúcha, ele admite que fazer um jornalismo tão focado em só tema é um desafio diário, mas, a exemplo de tantos colegas, garante que o convívio com a "gurizada" é enriquecedor. "Ainda não tinha vivido isso. Essa mescla é muito boa, pois todos aprendem", resume.

Entre essa juventude também se destaca Ana Aguiar, que não só integra o grupo dos iniciantes, como também é a representante feminina em um meio predominantemente masculino. O interessante é que Coletiva.net esteve na Grenal exatamente no dia seguinte ao da sua estreia como repórter de campo. A novidade resultou na seguinte cena: enquanto transitava do estúdio para o café, do café para a redação e etc, não foram raras as abordagens de colegas parabenizando-a pelo feito. "Sou a única calcinha no meio das cuecas. Comecei como estagiária e hoje me sinto confortável, não vi resistência neles. Sinto como diferencial daqui a motivação deles comigo, com dicas, cuidados e incentivos", comemora.

Uma família

A sala do cafezinho, que fica exatamente ao lado do estúdio, é o ponto de encontro entre um programa e outro. É ali que os profissionais conversam, brincam, se atualizam, comentam os fatos do dia e se preparam para entrar ou sair do ar. E é no ambiente de descontração que é encontrado o jovem radialista Carlos Lacerda, tido pelos colegas como o funcionário mais folclórico, afinal ele já foi trabalhar vestido de mulher e também já pintou o cabelo ao vivo - por live no Facebook - só para pagar apostas feitas nos programas dos quais participa.

Entre cumprimentos e rápidas conversas com colegas que passam por ele, Lacerda exaltou a liberdade que recebe para criar sua própria identidade na rádio. "Não existe aquele tutorial de normas. Acho importante essa confiança, pois nos aproxima do nosso público, nos permitindo encontrar, cada um a sua maneira, o tom de relacionamento com os ouvintes."

Outro assunto que aparece na conversa informal (literalmente uma conversa de corredor) é, mais uma vez, a diferença de idade dos comunicadores. E para o jovem radialista, a Grenal "deu sorte" por ter da parte dos nomes mais consagrados do Jornalismo Esportivo (como Reche, Kenny, Haroldo de Souza, Pato Moure, entre outros) a aceitação de convivência. Mais do que isso, esses experientes tratam de ensinar a nova geração. "Isso aqui é uma família. Esses somos nós", garante Lacerda. E as relações parecem realmente transcender os muros da Rede Pampa, quando volta e meia se ouve alguém comentando sobre algum fato que ocorreu entre eles fora dali, ou nos grupos de WhatsApp.

Uma frase que se escuta permanentemente nos bastidores da rádio é que, neste ambiente, o assunto nunca se esgota. E isso exige ainda mais dos profissionais, sejam jovens ou não, que precisam se esforçar diariamente para entregar novidades a todo momento. Com tanta empolgação e excitação, ainda que desafiador, não parece ser algo difícil para  eles.

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