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Zé Victor Castiel: Um homem de perto

A aposta certeira de Nelson Sirotsky que mostrou o ator gaúcho ao Brasil

Ele é uma voz de tradicionais propagandas e ator internacionalmente conhecido, mas, para ele, é apenas um Zé. O nome artístico de Victor José Castiel nem precisou de muito tempo para ser definido, pois, já na infância, precisou se diferenciar de um xará e ex-colega de colégio. E, assim, surgiu o Zé Victor. O nome é reconhecido além das fronteiras gaúchas graças ao Nelson Sirotsky, que o auxiliou em um momento complicado da carreira. 

Em 1993, Zé foi convidado pela Rede Globo para estrelar o personagem Peixoto, na adaptação global para a obra 'Incidente em Antares', de Erico Veríssimo. Para isso, o ator teria que se mudar para o Rio de Janeiro. E o que era para ser um momento de felicidade tornou-se um desafio penoso, pois o caçula, João, hoje com 23 anos, estava em vias de nascer. "Não queria que ele nascesse sem pai", explica. 

Embora ainda não estivesse ligado profissionalmente ao Grupo RBS, propôs a Nelson Sirotsky que o auxiliasse financeiramente com os custos da viagem. Em troca, colocou-se à disposição da corporação. "Disse a ele que eu confiava no meu próprio trabalho e que assim que a minissérie entrasse no ar eu faria sucesso." O pedido foi aceito e a resposta do então presidente da RBS foi surpreendente. Zé não precisaria dever nada à empresa, pois era tido como um investimento para o Rio Grande do Sul.

Laços de Família 

Ao longo da carreira, acumula 11 peças de teatro, 21 participações em programas televisivos, como novelas e minisséries, 30 filmes, além de estar presente em mais de 500 comerciais e, como locutor, em mais de 10 mil.

O intérprete de Chico Mascate, em 'A Casa das Sete Mulheres' sonhou em ser ator desde criança, no entanto, graduou-se em Direito pela PUC. Mesmo assim, optou pela carreira artística e, para dedicar-se a ela, abandonou seu escritório de advocacia. 

Ficou conhecido nacionalmente quando interpretou Viriato, em Laços de Família, da Globo. Na época, os filhos, Alice e João, ainda crianças, não compreendiam como, de uma hora para outra, chamavam tanto a atenção das pessoas nos restaurantes, quando o que queriam era um simples jantar. Para enfrentar a fama, o colega e ator global Tony Ramos lhe aconselhou a não deixar de frequentar lugares públicos. 

Aos poucos, os Castiel se adaptaram e o relacionamento entre eles se intensificou. Tanto que Zé Victor revela que os quatro são muito ligados e compartilham momentos em família durante as viagens ao exterior.

Muitas vezes é reconhecido lá fora e diz que adora o carinho e o reconhecimento. E adianta que aprendeu a não sair de casa quando está de mau humor, pois acredita que tem o dever de tratar bem a seus fãs.

Insensato Coração 

Seu maior defeito é ficar enclausurado em casa, normalmente, cuidando das plantas no jardim, na piscina ou cozinhando para os amigos na parrilla uruguaia que construiu. Mas, para ele, um dos principais momentos de lazer é pegar o caniço e os outros acessórios de pesca no final de semana. A tradição vem de família, quando o pai, Victor, associou-o na Plataforma de Atlântida ainda na infância, em 1973. Desde então, gosta de ficar olhando o mar, pois lhe dá uma sensação de calmaria e solidão. 

O gosto pelo sossego se refletiu na compra da casa, cujo intuito era ser como um refúgio, ao mesmo tempo em que serviria de uma espécie de clube para os filhos, amigos e familiares. No entanto, com Alice casada e João com o pé no altar, os filhos raramente frequentam o local. A saída foi redescobrir, após 30 anos de relacionamento, o que é namorar Sissi. O casal, então, costuma ir ao cinema juntos de mãos dadas e saírem para jantar com frequência. 

A paixão pela sétima arte também se reflete no lado profissional, pois confessa que prefere trabalhar com cinema. Na hora do lazer, o intérprete de Miro, em O Quatrilho, não tem preferências por gênero e, mesmo entendendo do assunto, alerta para o fato de não ser um crítico e sempre está disposto a gostar do que está assistindo. A mania da vez são as séries, não somente as norte- americanas e os blockbusters, e revela ser assinante dos principais streaming. Do sofá para a tela, neste ano, gravará uma trama para a Netflix sobre futebol brasileiro, na qual interpretará um dirigente de um clube esportivo. 

Casos e Acasos 

Nascido em 16 de outubro de 1958, em Porto Alegre, em uma família judia, o filho do meio de Victor e Yeda teve uma infância maravilhosa. Ele, a irmã mais velha, Lúcia, e o irmão mais novo, Marcos, muito brincaram com bola de gude, de subir em árvore, fazer funda com bolinha de cinamomo, de jogar taco e de fazer fogueira em São João. Preserva as amizades da época até hoje e brinca que a fórmula para isso é participar de grupos de WhatsApp e apagar tudo sem ler. 

Na juventude ainda tinha o esporte como outra paixão, época em que praticava basquete, marcha-atlética, tênis e futebol. Aos 24 anos, uma lesão no joelho o impediu de seguir com as práticas. Hoje, acompanhar o Internacional é um dos seus passatempos, pois o remete à infância, quando o pai o levava ao estádio. "Não gosto de falar sobre futebol. Dedico a ele a importância que tem na minha vida: uma diversão e memória afetiva", informa. 

Por três anos encarou o desafio de participar do programa Sala de Redação, da rádio Gaúcha, como comentarista torcedor, além de assinar, diariamente, uma coluna sobre o assunto no Diário Gaúcho. A atração na rádio lhe proporcionou uma experiência rica por conviver com jornalistas esportivos. "Guardo todos com carinho no coração, até mesmo, o Cacalo que me irritava muito", brinca. Deixou de participar do Sala e passou a integrar o time do Segundo Caderno da Zero Hora com uma coluna quinzenal sobre cultura. 

Páginas da Vida 

Tempos antes das publicações jornalísticas, a escrita esteve presente na sua vida. No livro 'A morte de Clóvis', escrito em 2001, recorda pequenas histórias que vivenciou no teatro durante os anos 80 aos 2000. Produzida apenas como passatempo, a obra não possui valor literário para ele, que diz não se considerar um escritor. 

Rato de livrarias, ao longo do tempo passou a tomar gosto por biografias de personalidades brasileiras dos séculos XVIII, XIX, XX e XXI, por acreditar que, com esse hábito, conheceria melhor suas histórias. Assim estabelece a sua verdade percebendo o que se repete nas obras literárias.  

No quesito musical, lembra bandas que fizeram parte da sua adolescência e são conhecidas por comandar o que se chama de 'Rock Progressivo', como Led Zeppelin, The Who, Pink Floyd, Queen. 

Tempo de Amar 

A produtora Mezanino, que comanda com o amigo e também ator Rogério Beretta, é quem está por trás da história do Porto Verão Alegre, que vai completar 20 anos em 2019. A entrevista foi concedida na empresa, mais especificamente, na sua sala, a única com as janelas escancaradas. "Aqui é o único local que me deixam fumar tranquilamente." Entre os três cigarros que consumiu durante a conversa falou sobre a sua maior satisfação pessoal: a juventude à frente da empresa.

Hoje, ele e o sócio lidam com a parte artística da Mezanino, enquanto João Victor encarrega-se do marketing, da comunicação e do comercial. Além deles, o filho e a nora de Beretta, os cineastas Vitório e Gianna, respectivamente, respondem pela parte visual. "Brinco que nossos filhos são funcionários e nós somos bailarinas, como diz o Chico Buarque."

O assunto foi motivo de deboche quando o filho adentrou na sala e, ao ser apresentado, Zé brincou que é mandado por ele no negócio. Logo ficou sério ao questioná-lo, com preocupação e carinho, se iria para a casa, confirmando assim a qualidade que atribui a si mesmo de pensar no coletivo.

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