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Netshoes deve avisar sobre vazamento

Após o vazamento de informações de quase 2 milhões de contas com informações de usuários cadastrados no site de compras Netshoes, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) recomendou na última semana que a empresa entre em contato com todos os clientes afetados.

Com o vazamento não foram reveladas informações como cartão de crédito ou senhas, mas o órgão afirma que o incidente de segurança comprometeu dados pessoais como nome, CPF, e-mail, data de nascimento e histórico de compras.

O MPDFT também recomendou que a Netshoes se abstenha de efetuar qualquer tipo de pagamento ao suposto autor do incidente de segurança, seja na forma de moeda real ou virtual. 

Em resposta ao pedido, a Netshoes afirma, em nota, que “após minuciosa apuração interna - que contou com apoio de empresa especializada em segurança digital e comunicação à Polícia Federal desde o início do caso - chegou-se à conclusão, em linha com comunicados anteriores da companhia, de que não há qualquer indício de invasão à sua estrutura tecnológica”.

A Netshoes relata que desde que foi noticiado o vazamento das informações, em dezembro, a empresa investiga a origem do roubo de dados, já que não detectou uma invasão ao sistema de tecnologia.

“Durante todo o processo, o objetivo foi solucionar o crime virtual, não ceder a qualquer extorsão e proteger seus consumidores”, destaca a companhia.

Após a recomendação do MPDFT, foi dado um prazo de três dias úteis para que a empresa responda se pretende acatar a recomendação e quais medidas serão implementadas.

De acordo com o relatório, o incidente de segurança comprometeu os dados pessoais de centenas de servidores públicos politicamente expostos. 

Conforme a análise das informações, há diversos clientes registrados com e-mails de órgãos públicos, como Tribunal de Contas da União (@tcu.gov.br), Câmara dos Deputados (@camara.leg.br), Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (@tjdft.jus.br), Polícia Federal (@dpf.gov.br), Superior Tribunal de Justiça (@stj.jus.br), Supremo Tribunal Federal (@stf.jus.br), Ministério da Justiça (@mj.gov.br), Advocacia-Geral da União (@agu.gov.br) e Presidência da República (@presidencia.gov.br), entre outros.

O documento foi elaborado pela Comissão de Proteção dos Dados Pessoais e pela 1ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor (Prodecon). 

De acordo com o promotor de Justiça e coordenador da Comissão, Frederico Meinberg, a atuação é necessária, “diante da gravidade dos fatos, do risco de prejuízos graves aos consumidores e da quantidade de titulares dos dados pessoais afetados”, destacou.

O estudo também verificou que os códigos de referência das compras no site indicaram a aquisição de produtos de saúde, como monitor de pressão arterial, o que caracteriza dados pessoais sensíveis dos titulares. 

“O Ministério Público realizou levantamentos, por amostragem, que demonstraram a veracidade dos dados pessoais comprometidos e dos produtos adquiridos. Essas informações, nas mãos erradas, deixam as pessoas vulneráveis a diversas espécies de fraudes”, explica Meinberg.

Em nota, o Netshoes também reforça que adota todas as medidas e melhores práticas de segurança da informação e que não negocia com criminosos.

“Por fim, a Netshoes informa que está em contato com o Ministério Público a fim de avaliar as medidas cabíveis dentro do prazo estabelecido e que confia nas autoridades competentes para a identificação do autor do ato ilícito”, conclui a nota da empresa.

A Comissão de Proteção dos Dados Pessoais do MPDFT trata exclusivamente da proteção da privacidade e dos dados pessoais. 

Criada em novembro de 2017, tem como atribuições promover o conhecimento das normas e das políticas públicas sobre proteção de dados pessoais e medidas de segurança. A organização também recebe comunicações sobre ocorrências de incidentes de segurança (data breach notification).

Pelo Twitter, a resposta da companhia pela conta @sigaNetshoes para os clientes que pedem informações a respeito do incidente reforça o fato de que não houve invasão ao sistema.3

 

 

Fique tranquilo! Não temos nenhum indício de invasão ao nosso sistema de dados que incluem informações dos nossos clientes. Temos total sigilo por todas as informações que são registradas pelos nossos clientes. E zelamos por isso

 

 

Fique tranquilo! Não temos nenhum indício de invasão ao nosso sistema de dados que incluem informações bancárias, de cartões de crédito, ou senhas de acesso. Temos total sigilo por todas as informações que são registradas pelos nossos clientes. E zelamos por isso.

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